domingo, 4 de setembro de 2011
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
terça-feira, 26 de julho de 2011
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Breve biografia para o catálogo da exposição "Mulheres D'Artes"
BOIGRAFIA
Maria Eduarda Aguiar da Fonseca nasceu em Paços de Ferreira e viveu, com a família, em várias regiões do país, e trabalhou em Londres, Luanda, Paris e Genebra. Actualmente reside em Lisboa.
Docas é o "petit nom" que adoptou na infância.
Começou a pintar a óleo, e, mais tarde, a acrílico como passatempo, por puro prazer, para si própria. Frequentou um curso de pintura na ARCO, em Lisboa, tendo por orientador António Senna. Durante anos, foi fazendo ensaios em vários domínios das artes plásticas, da fotografia. Enveredou pelos caminhos do "naif", do abstracto, do realismo. Participou na organização de diversas exposições e colaborou em edições de medalhistica e de livros de fotografia, mas só em 2006 integrou, pela primeira vez, uma mostra colectiva de pintura.
Gosta de transpor para as suas telas ambientes captados pela objectiva, recriando e reinventando pormenores, cores, luminosidades, incorporando dados visuais de proveniência diversa, que convivem em novos encadeamentos.
A ausência é um tema recorrente na sua pintura - ausência das pessoas nos recantos da sua própria intimidade, que parecem denunciar um afastamento forçado, a obrigação de estar em outros sítios… Todavia, os espaços, despidos embora da sua presença, falam sobretudo delas, de ideias ou conceitos estéticos e de modos de estar. São lugares harmoniosos, aprazíveis para viver. Bem vividos. E como que antecipam um regresso a casa, que vai preencher o vazio, humanizando-o.
Exposições colectivas: 2007 - Na galeria da Junta de Freguesia de Espinho; 2010 - Stockart – Oeiras. Exposições individuais: 2009 - "Geometria da Luz" - Biblioteca de Oeiras; 2010 – "Lugares de Ausência" - Clube Recreativo Avintense: 2010 –"Em movimento" - Clube Recreativo Avintense
Maria Eduarda Aguiar da Fonseca nasceu em Paços de Ferreira e viveu, com a família, em várias regiões do país, e trabalhou em Londres, Luanda, Paris e Genebra. Actualmente reside em Lisboa.
Docas é o "petit nom" que adoptou na infância.
Começou a pintar a óleo, e, mais tarde, a acrílico como passatempo, por puro prazer, para si própria. Frequentou um curso de pintura na ARCO, em Lisboa, tendo por orientador António Senna. Durante anos, foi fazendo ensaios em vários domínios das artes plásticas, da fotografia. Enveredou pelos caminhos do "naif", do abstracto, do realismo. Participou na organização de diversas exposições e colaborou em edições de medalhistica e de livros de fotografia, mas só em 2006 integrou, pela primeira vez, uma mostra colectiva de pintura.
Gosta de transpor para as suas telas ambientes captados pela objectiva, recriando e reinventando pormenores, cores, luminosidades, incorporando dados visuais de proveniência diversa, que convivem em novos encadeamentos.
A ausência é um tema recorrente na sua pintura - ausência das pessoas nos recantos da sua própria intimidade, que parecem denunciar um afastamento forçado, a obrigação de estar em outros sítios… Todavia, os espaços, despidos embora da sua presença, falam sobretudo delas, de ideias ou conceitos estéticos e de modos de estar. São lugares harmoniosos, aprazíveis para viver. Bem vividos. E como que antecipam um regresso a casa, que vai preencher o vazio, humanizando-o.
Exposições colectivas: 2007 - Na galeria da Junta de Freguesia de Espinho; 2010 - Stockart – Oeiras. Exposições individuais: 2009 - "Geometria da Luz" - Biblioteca de Oeiras; 2010 – "Lugares de Ausência" - Clube Recreativo Avintense: 2010 –"Em movimento" - Clube Recreativo Avintense
domingo, 16 de janeiro de 2011
Os primeiros de uma nova fase...








Um projecto que recomeça um percurso antigo.
Não é uma ruptura definitiva com o passado mais recente, mas é uma mudança na forma de dizer as coisas, através das telas.
Vamos a ver se gostam , ou se me mandam recomeçar a procura das "sombras", onde os objectos se prolongam...
O diálogo também tem de fazer-se de palavras - para que o outro diálogo, o das pinturas com os seus intérpretes possa prosseguir. Nºç~-+ão estou a tentar encontrar caminhos sozinha - poderia, mas gosto mais da caminhada em boa companhia.
Daí que as críticas - de preferência. as construtivas, sejam elas mais simpáticas ou mais severas - constituam sempre uma parte do projecto (partilhado, termo tão em voga, não é verdade?)
domingo, 14 de novembro de 2010
domingo, 26 de setembro de 2010
Subscrever:
Mensagens (Atom)





















